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"Nove e nove? Eu: dezenove... Eu só sabia rimar... Matemática de poeta: quem erra depois acerta, quem acerta pode errar"
Meu Bê-a-bá
(Luiz Fidelis)
mural de recados
14/06/2019
Santanna O escreveu:
Informamos que o show de Cachoeirinha, em 13.06.2019, infelizmente foi cancelado pela Empetur.
25/04/2019
leny oliveiramancio escreveu:
Ol Santana, morei em Juazeiro do Norte por 5 ou 6 anos e l aprendi a gostar de suas msicas. Sou natural de Belm do Par, mas meus pais so cearenses e toda a minha formao, costumes so nordestinos graas a Deus! Adoro forr e tudo o que est relacionado aos nordestinos.Minha me vive acamada, mas quando escuta a msica Sinh Filia chora muito, pois tenho certeza que bate em seu corao a saudade de Quixeramobim e de sua infncia. Escuto suas msicas diariamente. Um dia tenho certeza que poderei voltar ao nordeste e quem sabe, poder ir a um show seu. Um grande abrao virtual pra vc, e sade sempre!
01/03/2019
Maria Aparecida escreveu:
Ol Boa tarde...Sou Pernambucana e vim morar no Paran as 2 anos de idade com meus pais e s agora depois de 48 estou voltando para rever minha cidade natal e. Meus parentes q ficaram l.. lgico e comemorar meus 50 ..meu aniversrio dia 16 de maro viajo dia 4 e ficarei at dia 18 por isso gostaria de saber se h algum outro Show do Santanna nesta data alm do dia 09... Obrigada!
prosas e poesias
Maravilhosos Versos de Joo Paraibano
O poeta Joo Paraibano estava numa festa e devido a uma confuso com a sua mulher, por motivo de cimes desta, foi preso. Conta-se que assim que se viu dentro do crcere, o poeta (que analfabeto) aos prantos e em estado de embriaguez, proferiu de improviso os seguintes versos para o delegado:

Doutor eu sei que errei
Por dois fatos: dama e porre.
Por amor se mata e morre.
Eu nem morri, nem matei,
Apenas prejudiquei
Um ambiente de classe.
Depois de apanhar na face
Bati na flor do meu ramo.
Me prenderam porque amo
Quanto mais se eu odiasse.

Poeta mesmo ofendido
Sabe oferecer afeto.
Faz pena dormir no teto
Da morada de um bandido,
Se humilha, faz pedido
Ningum escuta a voz sua,
No v o sol, nem a lua
Deixar o espao aceso.
Por que um poeta preso
Com tantos ladres na rua?

Sei que no sou marginal,
Mas por cimes de algum,
Bebi pra fazer o bem,
Terminei fazendo o mal.
Eu tendo casa, quintal,
Porto, cortina, janela,
Deixei pra dormir na cela
Com a minha cabea lesa,
S sabe a cruz quanto pesa
Quem est carregando ela.

Poeta um passarinho
Que quando est na cadeia
Sua pena fica feia,
Sente saudade do ninho,
Do calor do filhotinho,
Da fonte da imensidade.
Se come deixa a metade
Da rao que o dono bota,
Se canta esquece da nota
Da cano da liberdade.

Doutor, se eu perder meu nome
No acho mais quem o empreste,
A minha mulher no veste,
Minha filhinha no come
E a minha fama se some
Para nunca mais voltar.
No querendo lhe comprar,
Mas humildemente peo:
Se puder, rasgue o processo
E deixe o poeta cantar.
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discografia
Forr A Arte do Abrao
Forr A Arte do Abrao (2008)

Este trabalho pode ser encontrado no website da Atração: www.atracao.com.br

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Santanna O Cantador
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(81) 99986 1783
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